Resenha: Glimmerglass – O Encontro de dois Mundos

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Título:
Glimmerglass – O Encontro de dois Mundos
Título Original: Glimmerglass
Autor: Jenna Black (Internacional)
Páginas: 269
Editora: Universo dos Livros  
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Sinopse: Dana Hathaway ainda não sabe, mas vai acabar se metendo em apuros quando decide que é a hora de fugir de casa para encontrar seu misterioso pai na cidade de Avalon: o único lugar na Terra onde o mundo real e o mágico se cruzam. No entanto, assim que Dana põe os pés em Avalon, tudo começa a dar errado, pois ela não é uma adolescente comum – ela é uma faeriewalker, um indivíduo raro que pode viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia ao mundo humano e tecnologia a cidade de Faerie. . Não demora muito e Dana envolve-se no jogo implacável da política do mundo da magia. Alguém está tentando matá-la, e todos parecem querer alguma coisa dela, desde seus novos amigos e da família até Ethan, o lindo garoto com poderes fantásticos com quem Dana acha que nunca terá uma chance… Até ter uma. Presa entre esses dois mundos, Dana não sabe bem onde se encaixa ou em quem pode confiar, muito menos se sua vida um dia voltará a ser normal.

Eu estava muito ansioso para ler este livro, afinal falava sobre Fadas, um tema o qual eu nunca havia lido. Digo com tristeza que ele passou longe de ser um bom livro, mas me proporcionou uma leitura agradável. Continue lendo »»

Alexandre José, tenho 18 anos, designer, futuro jornalista, evangélico, lorieno, nárniano, pertencente a sonserina e ao distrito 10, sobrevivente na cornucópia. Viciado em canecas, filmes, séries e claro livros. (:

Resenha: O Poder dos Seis

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Título:
O Poder dos Seis
Título Original: The Power of Six
Autor: Pittacus Lore (Internacional)
Páginas: 319
Editora: Intrínseca  
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    Saraiva Submarino Livraria Cultura

Sinopse: O planeta Lorien foi devastado pelos mogadorianos, e seus habitantes, dizimados. Exceto nove crianças e seus guardiões, que se exilaram na Terra. Eles são como os super-heróis que idolatramos nos filmes e nos quadrinhos – porém, são reais. O Número Um foi morto na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Tentaram pegar o Número Quatro, John Smith, em Ohio, e falharam. Em O poder dos seis, John e a Número Seis se recuperam da grande batalha contra os mogadorianos, de quem ainda fogem para salvar a própria vida. Enquanto isso, a Número Sete está escondida em um convento na Espanha, acompanhando pela Internet notícias sobre John. Ela se pergunta onde estão Cinco e Seis, imaginando se um deles é a garota de cabelo preto e olhos cinzentos de seus sonhos, cujos poderes vão além de tudo o que ela já imaginou, aquela que tem a força necessária para reunir os seis sobreviventes.

Caso você não tenha lido o primeiro livro da série “Os Legados de Lorien”, recomendo você ler a resenha de “Eu sou o Número Quatro“, pois saiba que pode conter spoilers do primeiro livro.

Superação! Sem dúvida essa é uma das palavras que posso usar para descrever este livro. Hoje me arrependo de não ter lido antes “Eu Sou o Número 4”, por puro preconceito havia ignorado essa série e assim que terminei “O Poder dos Seis” percebi que esse realmente foi um dos maiores erros literários que eu havia cometido. Um dos livros mais intensos que já li! É surpreendente como podemos nos envolver com uma história a ponto de só largar o livro com a leitura finalizada. Continue lendo »»

Alexandre José, tenho 18 anos, designer, futuro jornalista, evangélico, lorieno, nárniano, pertencente a sonserina e ao distrito 10, sobrevivente na cornucópia. Viciado em canecas, filmes, séries e claro livros. (:

Resenha: Eu sou o Número Quatro

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Título:
Eu sou o Número 4
Título Original: I am Number Four
Autor: Pittacus Lore (Internacional)
Páginas: 352
Editora: Intrínseca  
Avaliação:  
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    Saraiva Submarino Livraria Cultura

Sinopse: Nove bebês aliens estão se escondendo entre os seres humanos, eles fugiram de seu planeta natal, Lorien, para se esconder na Terra. Uma espécie invasora, os Mogadorians, destruíram seu planeta, e seguiram eles a Terra para caçá-los. Cada um dos nove aliens é dado a um tutor para desenvolver seus poderes sobre-humanos enquanto se tornam adultos e lhes são atribuídos números. Estas últimas crianças de Lorien só pode ser mortas na sequência de seus números.

Eu sou o Número Quatro trata de um tema que, a princípio, não me chamou atenção: “alienígenas”. Confesso que, por curiosidade, tive o interesse de ler e o resultado foi inacreditável e surpreendente.

O livro conta a história de um planeta chamado Lorien, que foi destruído pelos Mogadorianos (uma raça invasora de alienígenas). Durante o ataque, nove bebês juntos com seus Cêpans – um tipo de guardiões – foram enviados à Terra com o intuito de fugir dos invasores e desenvolver seus Legados (poderes) para poderem voltar para seu planeta natal e o repovoar.
Antes de deixarem seu planeta, Pittacus Lore (um dos anciões) fez uma espécie de encantamento de proteção. Cada um dos noves lorienos receberam um número e só podem ser mortos na ordem. Os números um, dois e três já foram mortos. O próximo é o número quatro, personagem no qual o livro é focado.

Quatro e Henri, seu cêpan, vivem se mudando e trocando de identidade para fugir dos Mogadorianos. Depois da morte do número três eles fogem novamente. Dessa vez eles vão para Paraíso, Ohio onde Quatro recomeça uma nova vida passando se chamar John Smith. Ele passa a frequentar a nova escola e somos apresentados a outros personagens como Sarah, Sam e Mark.

Assim que iniciei a leitura, deixar o livro de lado foi praticamente impossível. Narrado em primeira pessoa, o livro foi perfeitamente desenvolvido, com uma excelente estória e bem escrito. O que mais me chamou atenção foi o desenvolvimento do tema. Totalmente diferente do que estamos acostumados. O foco do livro realmente é a ficção-científica. Cheio de ação, mistérios e claro com uma pitada na dose certa de romance.

Os personagens são fantásticos. John é corajoso, totalmente maduro para um menino de 15 anos, disposto a tudo para vencer. Seu romance com Sarah não é aquele namoro meloso, mas divertido e bem resolvido mesmo sendo ela sua primeira namorada.
Sam é meu favorito! Nerd, fissurado por aliens e todo tipo de conspiração possível, tímido e por incrível que pareça é super corajoso, é o melhor amigo do John. É o personagem mais divertido!

Outro detalhe sensacional foi a critica dos autores às questões ambientais voltada para nosso planeta, visando a conscientização e cuidados com a Terra.

Escrito por James Frey e Jobie Hughes com pseudônimo de Pittacus Lore, ancião a quem foi confiada a história dos noves. Uma brincadeira que achei sensacional e só descobri durante a leitura. No decorrer da leitura percebi a mudança de escrita, contudo foi algo que não me incomodou.

O final me surpreendeu de uma tal forma que me deixou angustiado. Mesmo possuindo um desfecho, permaneceu com algumas perguntas sem respostas e assim que terminei o livro eu disse: preciso da continuação! Recomendado a todas as idades, aos amantes de ficção-científica, temáticas jovem adulto e para você que como eu nunca se interessou por esse tipo de livro. Pode ter certeza, você se surpreenderá!

  • Capas pelo mundo:
  • Assista o book trailer legendado pela equipe do “Sobre Livros“:

Alexandre José, tenho 18 anos, designer, futuro jornalista, evangélico, lorieno, nárniano, pertencente a sonserina e ao distrito 10, sobrevivente na cornucópia. Viciado em canecas, filmes, séries e claro livros. (:

Resenha: Pobre não tem Sorte

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Título: Pobre não tem Sorte
Autor: Leila Rego (Nacional)
Páginas: 208
Editora: All Print
Avaliação:  
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Direto com o autor

Sinopse: Toda garota do interior sonha em se casar com o cara de seus sonhos, ter uma casinha, filhos e ser feliz até que a morte os separe, certo? E se esse cara for lindo, rico, super fashion e divertido? E se tal “casinha dos sonhos” for um mega apartamento no melhor bairro da cidade? Uau! Mariana encontrou o cara perfeito e vai se casar com ele! E nada de casinha! Isso é coisa de gente que pensa pequeno. Mariana vai ter o apartamento dos sonhos que já vem incluso no pacote: case com um homem rico e vá morar em grande estilo. E quanto a filhos e ser feliz até que a morte os separe… Bem, ela ainda não pensou nesses detalhes. Afinal as prioridades vão para as coisas bem mais interessantes como, por exemplo, o vestido de noiva perfeito, o que o colunista vai dizer sobre o seu casamento no tablóide de domingo, o que as amigas e inimigas irão comentar, quem entrará na lista de convidados para sua despedida de solteira, etc. Mas isso só sura até um dia em que Mariana… Bom, leiam o livro e descubram.

Pobre não tem sorte, é simplesmente incrível! Um livro sensacional, que prova que vale a pena ler livros nacionais.

É um chick-lit que conta a história de Mariana, uma menina do interior que na primeira impressão me passou ser fútil, imatura, incapaz de lidar com seus próprios problemas. Que se acha linda, perfeita, que entende tudo sobre moda. Na primeira vista odiei ela! Mas com o decorrer do livro pude ver que ela é uma menina simples, que ama família. Contudo, ela foi perdendo isso, se tornando fútil e acumulando todos os defeitos citados.

Ela é noiva de Eduardo. Um homem dos sonhos de qualquer mulher, lindo, rico, inteligente, cavalheiro e ainda por cima médico. No primeiro capitulo do livro, vemos Edu, terminando o relacionamento com Mari, e ainda por cima no dia do casamento! Ela surta, não sabe o que fazer, cai em prantos. A partir daí, vemos como foi antes do acontecido.

Mari, é uma personagem totalmente shopaholic, preocupada como que vestir, como se portar, as amizades que possuir. Como eu disse, me causou impressões horríveis a seu respeito, contudo, se ela não possuísse metade desses defeitos o livro não existiria. Ela nos proporciona grandes risadas, e nós comovemos com ela. E no decorrer do livro eu percebi que eu era um pouco parecido com ela.

Uma grande personagem, muito bem desenvolvida.
A cada capitulo vemos Mari passar por diversas situações hilárias e as vezes até tristes. Desde a organização de seu casamento, passando por situações complicadas com a sogra jararaca-que-possui-um-gosto-incrível-para-roupa, até chegar em sua família, que possui um péssimo gosto de roupa.

Uma das cenas que eu morri de rir foi a de Cida, a empregada que estava dançando funk, ao invés de arrumar a casa.

Quando ela perde o amor de Edu, seu mundo é posto a prova. Será que ela vai conseguir sobreviver a essa perda? Será que ela deixará de ser imatura? Uma leitura rápida, com uma narrativa tranquila. História de arrasar. Personagens super bem desenvolvidos. Que te proporcionará uma leitura deliciosa e divertida! Queria contar tudo com mais detalhes! Só que será spoiler, para isso, você tem que conferir Pobre não tem Sorte! Super recomendado, 5 estrelas!

Agora, correndo para ler Pobre não tem sorte2, preciso saber mais sobre as confusões que Mariana arruma! *-*

Confira o Primeiro Capítulo

Confira o Book Trailer:

 

Quotes Queridos:

O “P.O.V.O. – Pessoas Ocupadas (demais) com a Vida dos Outros” – é uma raça muito cruel. E a raça P.O.V.O. do tipo “interior” é duas vezes mais cruel!

Quando abri a porta de casa, veio a surpresa: o Funk estava saindo do som da minha sala. E, totalmente entregue ao pancadão, estava Cida rebolando com as mãos no joelho, numa pose quase pornográfica

O final é surpreendente! Uma grande reviravolta acontece na vida de Mariana!

Espero que vocês amem a história de Mari, assim como eu amei! :)

Alexandre José, tenho 18 anos, designer, futuro jornalista, evangélico, lorieno, nárniano, pertencente a sonserina e ao distrito 10, sobrevivente na cornucópia. Viciado em canecas, filmes, séries e claro livros. (:

Resenha: Horizontes – Revelações

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Título:
Horizontes #1 – Revelações
Autor: Roberto Laaf (Nacional)
Páginas: 163
Editora: Alcantis
Avaliação:  
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Saraiva Livraria Cultura Direto com o autor

Sinopse: Ana Clara possui um raro dom de premonição que lhe permite saber quando uma pessoa tem a vida ameaçada, bastando o mínimo de contato físico com ela para que terríveis visões de assassinato fervilhem em sua mente.
Depois de adormecido por vários anos, o dom de Ana Clara ressurge de forma inesperada, trazendo-lhe visões apavorantes com sua melhor amiga sendo brutalmente assassinada.
Sua angústia é saber que, em todas as vezes que seu dom se manifestou, as pessoas em suas visões morreram. E, agora, ela deseja desesperadamente evitar o assassinato de sua amiga.

“De uma varanda do terceiro andar no prédio em frente, a apenas cerca de 25 metros de distância, o assassino mantinha o olho direito na mira telescópica de seu rifle, observando o estrago que acabara de fazer…”

Gente, estou fissurado nesse livro até agora! Apesar de ser fininho, me conquistou completamente!

Ana Clara é uma médica veterinária que possui um dom de premonição. Ela prevê a morte de alguém, e logo apos acontece. Contudo, desde a morte de seus pais esse dom estava adormecido, até que Zaconi, um assassino que matava por contrato, foi libertado da prisão, buscando vingança. Já que Ana Clara o havia colocado na prisão durante 10 anos, ele foi atrás dela. Ao mesmo tempo que ele volta, suas visões voltam junto. Ela vê Clarisse, sua melhor amiga sendo morta de diversas formas, e agora, ela fica super preocupada com o que possa acontecer com ela.

Ana Clara é uma mulher forte, determinada, focada no trabalho, sem nenhum envolvimento pessoal com ninguém. Órfã, perdeu os pais em um assassinato e foi criada pela avó, desde do acontecimento tem se sentido muito sozinha. Achei ela meio depressiva, mas determinada em conseguir tudo que almeja. Indo para suas visões, acho que nesse livro poderia ter chamado mais atenção para elas, porque são poucas, mas tenho que admitir que as que tem são maravilhosas. Você surta lendo, imaginando o que ela esta vendo e o que está sentindo. Principalmente agora que está tendo visões com Clarisse, de quem é super cuidadosa, uma verdadeira mãe. Ela faz de tudo para protege – lá, e acho isso lindo. Anna Clara e Clarisse tem uma amizade linda, e Roberto soube desenvolve-la.

Eu amei Clarisse, a todo momento do livro me senti com Clara, querendo protege-la de todas as formas possíveis. Ela é inteligente, meiga, carinhosa, super brincalhona, enfim, tudo que uma mulher precisa ser para me conquistar! E no livro ela e descrita como gêmea de Clara. Todos confundem as duas, mesmo não tendo nenhum parentesco, são super parecidas. Voltando, Clarisse tem bem aspecto de filha mesmo, ela é frágil, desprotegida e age por impulso e Clara tenta controlá-la a todo momento.

O que foi muito marcante no livro também, são os homens. Todos eles tem um segredo por trás, que você até se assusta a descobrir! Você lendo o livro, deduz tudo, e sem mais nem menos, nada é o que você pensava ser! Isso foi incrível! Te conquistando cada vez mais a ler!

Roberto Laaf narra o livro em terceira pessoa, amostrando o lado de vários personagens, como não é a protagonista que narra, podemos ver a história de diversos ângulos, deixando mais intrigante. Pois você descobre coisas que a personagem principal não sabe. Por exemplo como filmes de terror que você fica dizendo: “não sobe as escadas, não sobe”, e a burra sobe! é basicamente isso, é suspense a todo momento!

Nunca tinha lido um livro com essa base de mistério policial! A principio, estava em dúvida em quantas estrelas dar. Quatro, ou Cinco. Mas, decidir da cinco, pela história, pelo desenvolvimento dos personagens (Conforme o livro vai caminhando, os personagens crescem, amadurecem.) e pela narração.

Horizontes – Revelações, é o primeiro de uma trilogia! Vocação e Processo Seletivo. Não tem como aguentar! Estou terminando o segundo livro e já quero o terceiro! Mas ainda não foi lançado! O terceiro volume está previsto para lançar agora em Novembro. Aguardando ansiosamente! Se não lançar em novembro, vou mandar o Zaconi ir na casa do Roberto e obrigar ele a me dar o terceiro volume! Enfim, super recomendado! (:

Leia aqui uma sequencia de Capítulos que o autor divulgou.

Confira também os books trailers do primeiro livro:

 

* Para ser sincero gostei mais do segundo Book trailer, acho que teve uma produção maior, e a música ficou perfeita!

 

Confiram também Roberto Laaf falando sobre a série Horizontes:

Conheça o site do autor e o siga no twitter @robertolaaf

Alexandre José, tenho 18 anos, designer, futuro jornalista, evangélico, lorieno, nárniano, pertencente a sonserina e ao distrito 10, sobrevivente na cornucópia. Viciado em canecas, filmes, séries e claro livros. (: